Exame de Arsênio Urinário e Início de Jornada de Trabalho
Exame de Arsênio Urinário e Início de Jornada de Trabalho
R$ 20,00
* Valores e formas de pagamento variam conforme o laboratório escolhido.
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Informações da coleta
Prazo do resultado
4 dias úteis
Material coletado
URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO
Método de coleta
Segunda a sexta-feira
Instruções de preparo
Dieta: Não ingerir frutos do mar três dias antes da coleta. (ARSI)
Exame de Arsênio Urinário e Início de Jornada de Trabalho
Exame de urina que mede o arsênio antes do turno. Indicador biológico da NR-7 para monitorar exposição ocupacional com segurança e precisão.
Profissionais expostos a metais pesados precisam de acompanhamento laboratorial contínuo para prevenção de riscos à saúde. O arsênio urinário início de jornada é um importante exame da toxicologia ocupacional, utilizado para avaliar os níveis basais de arsênio antes do início da exposição no ambiente de trabalho.
O exame faz parte das estratégias de monitoramento biológico previstas em programas de saúde ocupacional e auxilia empresas e trabalhadores no cumprimento das diretrizes da NR-7 e do PCMSO.
O que é o Exame de Arsênio Urinário - Início de Jornada?
O exame ARSI é um teste laboratorial que mede a concentração de arsênio na urina coletada antes do início da jornada de trabalho, geralmente no primeiro dia útil da semana e antes do contato com o agente químico.
A análise é realizada pela técnica de Espectrometria de Massas com Plasma Indutivamente Acoplado (ICP/MS), considerada referência internacional na análise de metais traço devido à alta precisão.
O exame é reconhecido como um importante indicador biológico pela Norma Regulamentadora NR-7, do Ministério do Trabalho, para monitoramento ocupacional da exposição ao arsênio.
Para que serve o exame?
O principal objetivo do exame é estabelecer o valor basal de arsênio no organismo antes da exposição ocupacional.
Esse resultado é utilizado como parâmetro comparativo em conjunto com outros exames, como:
- Arsênio urinário final de jornada;
- Arsênio sérico;
- Outros exames de monitoramento ocupacional.
O exame auxilia em:
- Avaliar a absorção ocupacional do metal;
- Apoiar o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional);
- Identificar acúmulo crônico de arsênio;
- Investigar intoxicações assintomáticas em fase inicial;
- orientar medidas de proteção e afastamento, quando necessário.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a exposição crônica ao arsênio um importante problema de saúde pública em ambientes industriais.
Quais os principais sintomas que levam a realizar o exame?
Em muitos casos, o exame é realizado preventivamente, mesmo na ausência de sintomas. Quando presentes, os sinais mais comuns incluem:
- Cansaço excessivo;
- Fraqueza sem causa aparente;
- Dormência em mãos e pés;
- Formigamentos;
- Alterações de pele;
- Náuseas;
- Dor abdominal;
- Diarreia;
- Tosse persistente;
- Irritação respiratória;
- Perda de apetite.
O acompanhamento periódico é fundamental para detectar alterações precocemente.
Quais as doenças relacionadas ao exame?
A exposição contínua ao arsênio pode aumentar o risco de diversas doenças, especialmente em trabalhadores sem monitoramento adequado.
Entre as condições associadas estão:
- Neuropatia periférica;
- Câncer (pele, pulmão, bexiga, fígado);
- Leucemia;
- Insuficiência renal aguda;
- Doenças hepáticas e cardiovasculares.
O monitoramento exposição arsênio é essencial para reduzir riscos ocupacionais e preservar a saúde do trabalhador.
O exame faz parte da NR-7?
Sim. O arsênio está entre os indicadores biológicos previstos na NR-7 para monitoramento ocupacional em atividades com exposição ao metal.
O exame PCMSO arsênio auxilia empresas no controle biológico e na prevenção de intoxicações ocupacionais.
É necessário jejum ou preparo?
Não é necessário jejum, mas há cuidados necessários.
Orientações importantes:
- Não consumir peixes e frutos do mar nos 3 dias anteriores à coleta;
- Realizar a coleta antes do início da exposição ocupacional;
- Coletar a amostra no início da primeira jornada da semana;
- Evitar contato da amostra com materiais contaminados;
- Retirar uniforme ou roupas contaminadas antes da coleta.
Essas medidas ajudam a evitar alterações no resultado do exame de arsênio na urina.
*As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. Procure sempre um médico para avaliação e interpretação dos seus resultados.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica. Atualizado em julho de 2026.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.
Perguntas frequentes
O ARSI avalia o arsênio no início da jornada (valor basal). O ARSEN mede o arsênio no final do turno, após a exposição. A comparação dos dois é fundamental para a análise ocupacional.
A coleta segue protocolos específicos. O ideal é realizá-la no laboratório parceiro indicado, mantendo a amostra refrigerada.
Esses alimentos contêm compostos naturais de arsênio orgânico, rapidamente excretados pela urina, que podem inflar o resultado sem representar exposição tóxica.
Sim. O arsênio é um dos indicadores biológicos incluídos no anexo da NR-7.
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