Exame GX1 - Painel Alérgenos IgE Gramíneas: teste de alergia ao pólen
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R$ 18,62
* Valores e formas de pagamento variam conforme o laboratório escolhido.
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Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparo especiais. (GX1)
Exame GX1 - Painel Alérgenos IgE Gramíneas: teste de alergia ao pólen
Exame de sangue que rastreia anticorpos IgE para pólen de cinco gramíneas, auxiliando na investigação de rinite sazonal, febre do feno, polinose e asma alérgica.
O que é o Painel Alérgenos GX1 IgE Gramíneas?
O Painel Alérgenos GX1 IgE – Gramíneas é um exame de sangue que mede a presença de anticorpos IgE (imunoglobulina E) específicos para o pólen de cinco tipos de gramíneas simultaneamente:
- Grama de Pomar (Dactylis glomerata);
- Grama de Prado (Poa pratensis);
- Centeio Perene (Lolium perenne);
- Grama Tipo Timóteo (Phleum pratense);
- Grama de Junho (Poa pratensis / Poa compressa),
O pólen de gramíneas é microscópico, mede entre 20 e 40 micras de diâmetro, e viaja facilmente pelo ar.
Todos os dias respiramos partículas de pólen, mas apenas pessoas geneticamente predispostas desenvolvem uma resposta imunológica exagerada a elas. Essa resposta, mediada pelos anticorpos IgE, é o mecanismo central das alergias ao pólen, condição conhecida clinicamente como polinose ou, popularmente, como febre do feno.
Uma característica importante do pólen de gramíneas é a sua capacidade de percorrer longas distâncias pelo vento. Isso significa que os sintomas de quem é alérgico não são necessariamente causados pela grama do próprio quintal ou bairro, a fonte pode estar a quilômetros de distância.
Pessoas sensibilizadas a uma gramínea tendem a reagir à maioria das gramíneas, já que seus pólens compartilham proteínas alergênicas muito semelhantes entre si.
A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) aponta que o pólen de gramíneas é a principal causa de rinite estacional no Sul do Brasil, especialmente durante a primavera (setembro, outubro e novembro).
Para que serve o teste de alergia ao pólen de gramíneas?
O Painel GX1 IgE – Gramíneas serve para investigar se o paciente está sensibilizado ao pólen de gramíneas, auxiliando o médico na identificação da causa de sintomas alérgicos sazonais. Isto é, que se repetem sempre na mesma época do ano, geralmente durante a primavera.
Entendendo o resultado:
RESULTADO NEGATIVO:
Um resultado negativo pode indicar que o organismo não produziu anticorpos IgE detectáveis para nenhum dos cinco pólens de gramíneas testados no painel. Isso ajuda a descartar a sensibilização a essas gramíneas e orienta a investigação para outros possíveis agentes causadores.
RESULTADO POSITIVO:
Um resultado positivo indica que anticorpos IgE para um ou mais componentes do painel estão presentes em quantidade elevada na amostra. No entanto, os exames de painel múltiplo não identificam qual gramínea específica é a responsável pelo resultado positivo.
Diante de um resultado positivo, o médico pode solicitar a dosagem individual de cada componente do painel, para identificar com precisão o alérgeno envolvido e conduzir o tratamento de forma mais direcionada, incluindo a imunoterapia quando indicada.
A presença de IgE detectável não confirma, isoladamente, o diagnóstico de doença alérgica e sua ausência não a exclui. O resultado deve ser sempre interpretado pelo médico em conjunto com a história clínica e os sintomas do paciente.
Quais sintomas podem levar à realização do Painel GX1?
O exame de Painel GX1 IgE – Gramíneas é indicado quando o paciente apresenta sintomas alérgicos que se repetem em determinadas épocas do ano, em especial durante a primavera, e que pioram em dias ensolarados, quentes e com vento, e melhoram nos dias de chuva. A sazonalidade é o principal elemento que distingue a polinose de outras formas de rinite alérgica.
Os principais sintomas que podem motivar a solicitação do exame são:
Sintomas nasais:
- Espirros frequentes e em salvas;
- Coriza (nariz escorrendo abundantemente);
- Obstrução nasal (nariz "entupido");
- Coceira intensa no nariz.
Sintomas oculares:
- Olhos vermelhos, com coceira ou ardência (conjuntivite alérgica);
- Lacrimejamento excessivo;
- Inchaço ao redor dos olhos.
Sintomas respiratórios:
- Tosse seca persistente;
- Chiado no peito ou falta de ar (quadros de asma desencadeados pelo pólen);
- Piora de asma pré-existente durante a primavera.
Sintomas cutâneos (menos frequentes):
- Manchas vermelhas e coceira na pele após contato direto com gramíneas (urticária de contato alérgica).
Um dado relevante: estudos da ASBAI e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) realizados em Curitiba mostram que todos os 300 pacientes com rinite alérgica sazonal avaliados apresentaram positividade ao pólen de gramíneas, confirmando a relevância desse alérgeno para a região Sul do Brasil. Em cidades como Curitiba, a prevalência de polinose para gramíneas atinge 10% entre adultos.
Quais as doenças relacionadas a este exame?
Rinite sazonal, febre do feno, polinose, asma, conjuntivite, sinusite.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo?
Não é necessário jejum ou preparo especial.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica. Atualizado em maio de 2026.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana | CRM-SP 112181
Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Perguntas frequentes
Um resultado positivo indica sensibilização, ou seja, que o organismo produziu anticorpos IgE para um ou mais componentes do painel. No entanto, o painel múltiplo não identifica qual gramínea específica é a responsável. O diagnóstico de doença alérgica deve ser feito pelo médico com base no resultado, na história clínica e nos sintomas. Em caso de resultado positivo, o médico pode solicitar a dosagem individual de cada alérgeno do painel para maior precisão.
Porque a polinização das gramíneas é sazonal. Isso ocorre com maior intensidade durante a primavera, especialmente de setembro a novembro no Sul do Brasil. A concentração de grãos de pólen no ar aumenta nesse período, desencadeando e intensificando as reações alérgicas em indivíduos sensibilizados. Dias quentes, secos e com vento favorecem a dispersão do pólen; dias chuvosos tendem a reduzir os sintomas.
É provável que sim. Os pólens das diferentes espécies de gramíneas compartilham proteínas alergênicas muito semelhantes, fazendo com que pessoas sensibilizadas a uma gramínea reajam à maioria das outras. Essa é uma das razões pelas quais o painel testa múltiplas gramíneas ao mesmo tempo.
Sim, é possível. Algumas pessoas com alergia às gramíneas desenvolvem uma reação chamada urticária de contato alérgica ao tocar na relva, que se manifesta como manchas vermelhas e coceira no local do contato. Embora não seja a manifestação mais frequente da alergia a gramíneas, é reconhecida clinicamente e deve ser avaliada pelo médico.
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